CEF- T3 - Empregado (a) Comercial



Com a frequência dos Cursos de Educação e Formação pretende-se promover o sucesso escolar, e prevenir para os diferentes tipos de abandono escolar, nomeadamente o desqualificado.

A Conclusão com aproveitamento do CEF de Empregado Comercial (tipo 3), oferece um Certificado Escolar e Profissional de 9º ano de escolaridade, Qualificação de nível II.

Todos os Cursos de Educação e Formação possuem quatro componentes de formação: a Sociocultural, a Científica, a Tecnológica e a Prática. No entanto, as matrizes curriculares estão dependentes da tipologia dos Cursos de Educação e Formação.



Perfil de Entrada:

Jovens com idade igual ou superior a 15 anos e que possuam o 8º ano de escolaridade. Porém também podem aceder a este curso jovens com idade inferior a 15 anos, mediante autorização do Director Regional de Educação.



Perfil de Saída:


O Empregado Comercial é o profissional que, com base nos procedimentos e técnicas adequados, realiza tarefas integradas – nas perspectivas funcional e relacional – no âmbito do atendimento e venda ao cliente, em estabelecimentos comerciais, garantindo a sua satisfação e consequente fidelização, de acordo com as normas de higiene, segurança e ambiente no trabalho.




As actividades principais desempenhadas por este técnico são:

Participar no controlo quantitativo e qualitativo de produtos, e proceder à armazenagem no estabelecimento comercial;
Arrumar o espaço de venda, expondo e repondo os produtos / informação, e manter as condições ambientais adequadas, de acordo com critérios pré-estabelecidos;
Acolher clientes, diagnosticar as suas necessidades, indicar a localização dos produtos / serviços comercializados no ponto de venda, apresentar os mesmos tendo em conta as suas características, condições de venda e serviços Pós-venda;
Processar a venda de produtos / serviços, calculando o valor da venda, cobrando a despesa ao cliente e zelando pelo seu acondicionamento / transporte;
Receber e tratar / encaminhar reclamações, bem como outras situações posteriores à venda, actuando de acordo com critérios pré-estabelecidos;
Executar operações de controlo de caixa: abertura e fecho;
Cumprir os procedimentos administrativos referentes à actividade comercial.

O aluno concluindo o CEF tem a possibilidade de prosseguir os estudos e adquirir formação nos níveis seguintes: a conclusão do CEF de tipologia 3 permite o ingresso num dos cursos do nível secundário de educação. Porém o aluno deverá cumprir o curso de formação complementar, caso pretenda continuar nesta modalidade de educação e formação. E, terá de realizar exames nas disciplinas de Língua Portuguesa e Matemática, caso decida por um curso da modalidade geral de educação.







Matriz Curricular



Curso de Educação e Formação: Empregado Comercial


Componente de Formação
Áreas de Competência
Disciplinas
Carga Horária

Sociocultural
Línguas, Cultura e Comunicação
Língua Portuguesa
45

Inglês
45


Tecnologias de Informação e Comunicação
21

Educação Física
30

Sub Total
141


Cidadania e Sociedade
Cidadania e Mundo Actual
21

Higiene, Saúde e Segurança no Trabalho
30

Sub Total
51

Total da Componente Sociocultural
192

Científica
Ciências Aplicadas
Matemática Aplicada
45

Actividades Económicas
21

Total da Componente Científica
66

Tecnológica
Tecnologias Específicas
Stocks e Merchandising
190

Técnicas de Atendimento
180

Serviço Pós-venda
150

Procedimentos Administrativos no Contexto Comercial
212

Total da Componente Tecnológica
732

Prática
Formação em Contexto de Trabalho
Estágio
210



Total
1200



* Diploma de nível II da CE e 9º ano

* Duração 1 ano
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# Posté le mardi 26 mai 2009 12:09

Modifié le mardi 26 mai 2009 12:42

Turma T3 Acessórios De Moda

Turma T3 Acessórios De Moda
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# Posté le vendredi 06 mars 2009 12:36

Colbie Caillat

Flávia Freitas 8-p
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# Posté le mercredi 11 mars 2009 07:02

Modifié le jeudi 21 mai 2009 06:07

A EMPRESA

Empresa
Empresa é toda a organização dos factores produtivos, capital e trabalho, com os objectivos essenciais de prestação de bens e serviços à comunidade onde se insere, podendo ter finalidades lucrativas ou não.

Classificação das Empresas

Quanto ao tamanho podem ser: grande, média e pequena.

Os factores que mais nos influenciam a distinguir uma empresa quanto à sua dimensão são: o capital investido, o número de trabalhadores e o volume de vendas anual.

A classificação de empresas quanto ao tamanho é sempre uma classificação extremamente subjectiva, porque não existe possibilidade de uma rigorosa distinção entre o escalão médio e o superior e entre o médio e o inferior.

Quanto à forma de propriedade: privada, pública e semipública

Se uma empresa é constituída por capital pertence a particulares, a empresa diz-se privada. Uma empresa que «nasce» e «vive» com capital de estado é uma empresa pública. Por vezes, há empresas que se constituem com capital de estado e capital de particulares, isto é, são empresas de capital misto chamadas semipúblicas.
Dentro das empresas privadas poderemos considerar, para além das empresas individuais e das colectivas (sociedades), os produtores autónomos e grande parte das cooperativas.
O produtor autónomo é, ao mesmo tempo, proprietário e trabalhador. É ele que fornece os factores de produção.
As cooperativas são associações de pessoas, normalmente de fraca capacidade económica, tendo como objectivo principal a ajuda mútua entre os sócios que terão de ser no mínimo dez.

As cooperativas podem ser: cooperativas de consumo, cooperativas de produção e cooperativas de crédito.

As cooperativas de consumo tem como objectivo venderem aos sócios os bens a um preço inferior ao do mercado. O preço de venda será o preço de compra, acrescido dos encargos normais de exploração. Não haverá lugar para o lucro, que é a principal finalidade da maioria das empresas privadas.
As cooperativas de produção podem ter vários objectivos, entre os quais podemos salientar os seguintes: manutenção de postos de trabalho; repartição dos lucros por todos os sócios que nela trabalham; dar melhores condições de produção ao produtor associado e permitir um mais fácil escoamento dos produtos, etc.
As empresas públicas constituem-se tendo normalmente como objectivo a prestação de serviços de utilidade para os cidadãos do país, que contribuem com os impostos que pagam para a sua constituição. Podem constituir-se também como objectivo de «fortalecer» os cofres do estado para que este possa investir capital em actividades de interesse geral.
As empresas mistas ou semipúblicas são sempre de grande dimensão, em que o Estado investe capital para ter maior controlo sobre a sua actividade, ou então, porque a necessidade da sua existência justifica o apoio do Estado que participa com capital na sua constituição.

As empresas também se podem classificar em empresas agrícolas,comerciais, industriais e financeiras.

As empresas agrícolas, como o próprio nome nos indica, são as que estão ligadas à agricultura ou a actividade afins.
As empresas financeiras englobam todo o tipo de organizações ligadas a actividades bancárias, seguradoras, etc.
Empresa Industriais e Comerciais

A distinção fundamental entre as empresas industriais e comerciais é que as industriais compram as mercadorias para as venderem após transformação, enquanto que as comerciais compram as mercadorias para as venderem sem estas sofrerem qualquer alteração.


TRABALHO ELABORADO POR:PATRÍCIA RIBEIRO



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# Posté le mercredi 11 mars 2009 06:22

Modifié le mercredi 11 mars 2009 07:39

Moda

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# Posté le vendredi 06 mars 2009 12:59

ERGONOMIA

Origem


A palavra “Ergonomia” provém do grego Ergon (trabalho) e nomos (estudo das regras e normas) .O termo “Ergonomia” é relativamente recente. Criado e utilizado pela primeira vez por K. Murrell foi adaptado oficialmente em 1949, aquando da criação da primeira sociedade de Ergonomia – a Ergonomics Research Society – onde se reuniam psicológicos, fisiologistas e engenheiros ligados a problemas de adaptação do trabalho do homem.


O que é a Ergonomia?

A Ergonomia tem sido recentemente considerada como a solução para os problemas relativos á saúde e segurança no trabalho. Ao mesmo tempo, a publicidade de produtos “ergonómicamente correctos” tem invadido o mercado. Assim, impõe-se saber distinguir o trigo do joio e, sobretudo, quando e onde é necessária uma acção ergonómica e quem a pode levar a efeito. Há, pois, que dismistificar a Ergonomia e dá-la a conhecer, sobretudo aqueles que são responsáveis pela concepção de sistemas (de trabalho ou utilitários) ou pela organização do trabalho.


Conclusão

“Proceder á adequação do trabalho ao Homem
e não do trabalho ao Homem.”


O objectivo da ergonomia é, por excelência, a aplicação dos princípios ergonómicos a fim de optimizar a compatibilidade entre o homem, a máquina e o ambiente físico de trabalho, através do equilíbrio entre as exigências das tarefas e das máquinas e as características anatómicas, fisiológicas, cognitivas e percepto-motoras assim como a capacidade de processamento da informação humana.

Trabalho Elaborado por: Ruben Freitas
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# Posté le mercredi 11 mars 2009 05:51

Modifié le jeudi 26 mars 2009 06:44

Stocks e Merchandising

Stocks e Merchandising


Amazém é o local especialmente escolhido preparado e equipado para guardar os stocks. A recepção, arrumação, conservação e distribuição são funções do armazenamento.
A armazenagem é um serviço não produtivo mas que origina despesas que se integram no custo de posse de stock e que englobam:
• Despesas relativas ao local de armazém: amortização ou renda, seguro, conservação, energia, entre outros
• Despesas de funcionamento do armazém: custo da mão – de – obra, amortização dos equipamentos, conservação e reparação, entra outras.
• Perdas verificadas em stocks: depreciação, deterioração ou roubo de stocks

A empresa suporta custos com a armazenagem, com o objectivo de ter ao seu dispor os bens de que necessita em quantidade e na qualidade pretendidas.



Nas médias e grandes empresas industriais os armazéns encontram-se subdivididos em:

Armazéns de matéria-prima, ou seja, de matérias que intervêm directamente na produção
Armazéns de peças ou conjuntos destinados a entrar na montagem do produto acabado.
Armazéns de peças ou componentes do equipamento que se desgastam com facilidade.
Armazéns de matérias subsidiárias e outros materiais necessários á actividade produtiva
Armazéns de ferramentas
Armazéns de produtos intermédios, ou seja, de produtos resultantes da produção, mas que ainda não estão concluídos.





Trabalho elaborado por :
Joana Simões









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# Posté le mercredi 11 mars 2009 06:39